A visão estava turva, a cabeça doía e sentia que um elefante passara em cima dela. ChaYung mexeu a cabeça, abriu os olhos e se viu no mesmo local de antes, no porão. Ela olhou em volta, estava sentada na cadeira com as mãos algemadas ao braço do assento, em cada lado cilindros cheios de cera derretida onde provavelmente seria usado em seu corpo. O medo a dominou, ela forçou o braço para desprender os pulsos, mas era impossível. De repente Vincenzo entrou com uma sonda, seguiu até o cilindro e jogou alguma coisa dentro e o misturou com a cera. — Tira-me daqui – ela pediu. — Por quê? Você será uma ótima bailarina, não acha? – Ele sorriu para ela e se afastou para mexer em algo numa mesa com objetos hospitalares. — Pare com isso, por quê? — Olha, você foi uma distração disso tudo. Não e
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