Cavaleiro Narrando Lorena deu uns tapas na prima dela, deixei rolar até certo ponto, porque conheço a força dela, mas não ia permitir que fosse longe. Ela tá grávida, e eu não admito ver minha mulher se machucando ou colocando nosso filho em risco por conta de quem não merece nem estar respirando mais. Quando puxei ela pelo braço e levei pra casa, senti aquele olhar cheio de raiva e orgulho, mas depois veio a calmaria. Passei o dia colado nela, na piscina de casa. O sol refletia na água, e eu ficava só admirando como ela é linda, tão jovem. Mas tão forte. Lorena ria quando eu passava a mão, dizendo que o bebê vai chutar mais forte quando sentir o calor do pai. — Tá vendo? — ela disse, se ajeitando na espreguiçadeira. — esse menino vai ser brabo, igual ao papai. — Ou braba — respondi,

