Cavaleiro Narrando Desci as escadas devagar, o corpo ainda pesado da noite mäl dormida. No corredor escuro o celular vibrou na mão; liguei pro Chelo sem despertar ninguém. Ele tava dormindo nas dependências dos empregados, a voz ainda arrastada quando atendeu. — Chelo — falei — Tô saindo. Feche a porta no código e fica de olho. — Tá, patrão. Tô aqui. — ele confirmou, voz sonolenta. Desliguei, ajeitei o paletó e saí. No carro, já liguei numa chamada compartilhada pro George e pro Terror. Queria todo mundo no lugar certo, mas não no galpão. Os dois atenderam no mesmo segundo: — Tô indo pro galpão. — o George disse, direto. — Vou agora — o Terror respondeu, voz seca. Cortei-os rápido. — Vão pra sede. Nada de galpão. Entenderam? — falei, a pressa comprimindo as palavras. — Ninguém che

