Magnata História

569 Words
Magnata - Desde novo, eu via os cara do movimentando subindo e descendo as viela, e sempre tive curiosidade de como era essa vida, só que também queria dar orgulho para a minha mãe e não me envolver na vida do crime. Mas, infelizmente passamos por situações que nos fazem seguir por outro caminho, e assim aconteceu comigo, aos 12 anos minha mãe descobriu um câncer bagulho acabou com ela e comigo, que era só um moleque novo tentando saber o que fazer da vida. Sempre foi só eu e ela, o fudido do meu pai, era um drogado, que se deixasse queria vender a gente por droga, minha mãe ralava de trabalhar quando eu era menor, pra quando chegar em casa ele pegar todo dinheiro dela, e ameaçava bater nela caso ela negasse em dar a meta pra ele. Aquilo me deixava cheio de ódio, querendo arrebentar ele e me vingar por todo sofrimento que a minha mãe passava nas mãos dele, só que eu era criança ainda, como ia fazer essa p***a? Ainda entrava no meio e ganhava uns tapão no pé da orelha, mais mesmo assim não deixava de tentar defender a minha coroa. Quando um dia ele ficou devendo o Terror antigo dono da boca, e minha mãe não tinha pra dar, só tava eu e ele em casa, ele ainda tentou me negociar pra pagar as dívidas com os cria, e acabou morrendo nessa noite mesmo. Segui minha caminhada com a minha mãe, até um tempo depois ela descobrir um câncer no estômago, e dois anos depois vir a óbito, as p***a dos remédios era tudo caro, tive que me envolver na vida do crime pra poder dar uma condição pra minha coroa, comecei como aviãozinho, e fui subindo no conceito do Terror, até que virei braço direito dele, e na noite da sua morte se deu por uma invasão dos alemão aqui no morro, eu não pude defender ele, nessa mesma noite minha coroa veio a óbito e eu estava no hospital tentando esquecer de toda essa p***a, desde então assumi o comando, continuando o legado do Terror e jurei pra mim mesmo, que não ia me apegar a ninguém pra não sentir aquela dor de perder alguém de novo, desde então, não me apego por ninguém, só tenho o Ph que é meu braço direito, e a Dona Andreia mãe dele que pra mim é como uma mãe. Sou muito respeitado nessa p***a, se tiver de trairagem, a bala come. Meu papo é sempre reto e geral sabe disso, não tenho dó de ninguém não, e mato quem for pra defender o meu morro, meu lar. Deu 21h saiu da boca, passo em casa tomo um banho, coloco meus traje, camisa polo Lacoste preta, calça jeans branca, minuzao no pé, e as dedeira no pescoço como sempre. Passo o meu salvage dior no pescoço e saiu cherosao colocando minha arma na cintura e pegando a robozona 1200 pra chavear até o bailão, onde eu passo as p*****a tudo me come com os olhos, mais eu tô de boa, quero pegar uma diferente hoje, e vou escolher bem a v***a que eu vou arrastar, porque pra mim é assim é só comer b****a e mandar vazar, o pai aqui representa por isso elas vive no pé, e pra ser bancada também chove p*****a, mais de perreco tô suave, só como e mando vazar..
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