— Por favor, deixe-me ir. Pouco antes de minhas costas tocarem a cama, sinto sua mão nas minhas costas me levando em direção a ele, até que meus s***s tocam seu peito musculoso. Continuo aflita e desorientada. Que tipo de homem e esse que invade a casa dos outros e o porteiro deixa? Eu só queria que tudo isso fosse um sonho r**m. Isso não está acontecendo, tento dizer a mim mesmo. Quando isso termina eu juro que vou sair desse apartamento a se juro?
Coloquei minhas mãos em seu peito para usar um pouco de força para separar nossos corpos, mas ele agarra minhas duas mãos com uma de suas mãos. E o roupão que eu segurava desliza um pouco ao meu lado. Ele olha para baixo e seus olhos escurecem. Então ele se curva.
— Ao fazer tudo isso, você só está me fazendo te querer mais, ele sussurra em meu ouvido quando seus lábios tocam minha orelha.
Todo o meu corpo estremece e ele dá um passo para trás. Uma lágrima escapa dos meus olhos e cai na minha bochecha. Olho para ele desorientado e de repente ele diz: —Comprei café da manhã para nós. Siga-me —Dizendo isso ele tira a mão das minhas costas e me deixa ficar de pé completamente.
Meus joelhos estão tão fracos que sinto como se estivesse caindo de novo, mas desta vez ele agarra meu braço com força suficiente para me impedir de cair e começa a me arrastar para fora do quarto. Sem saber para onde vou, resisto com a força que ainda tenho. Mas, em resposta, ele puxa meu braço e seu rosto tem uma expressão de decepção. Como se eu me importasse.
Cara, você é um intruso na minha casa! Que comportamento você espera?
Decido parar de lutar para ver onde tudo isso vai dar. Ele me arrasta para fora da sala, me leva para a cozinha e puxa um banquinho para mim sentar. Há café e donut. Eu sento, ele pega o outro banquinho e senta do meu lado esquerdo. Ele está sentado tão perto que seu joelho toca o meu.
— Sei que sou bastante atencioso, diz ele.
Minhas pernas ainda estão tremendo e ainda estou a me recuperar.
— Por que está aqui? —Tento dizer com raiva, mas minhas emoções estão misturadas com medo, então minha voz está histérica.
— Tomar café da manhã com você, ele responde com absoluta calma e um sorriso cínico.
Desta vez eu olho nos olhos dele.
—E você vai embora depois disso, certo? —Eu me pego dizendo. Não quero admitir, mas há esperança em minha voz de que isso certamente irá embora. Eu quero acreditar nisso.
— Não posso prometer isso, ele responde.
— Ha, mas você vai senão chamo a polícia! o desgraçado rir.
E todas as minhas esperanças desaparecem no ar. E lágrimas começam a se formar em meus olhos novamente.
O que ele quis dizer com isso? O que você quer?
— Relaxa, vamos apenas conversar. Tenho uma proposta muito boa para você. Dizendo isso, ele começa a tomar um gole de café e dá uma mordida em um donut. Mas primeiro você deve comer, acrescenta.
Eu não quero comer. Juro que vou vomitar se der uma só mordida.
— Eu não quero , eu respondo.
— Comporte-se lindamente!
Pegue um pouco. Há um aviso em sua voz. De alguma forma, não quero saber o que ele fará se eu resistir novamente, então decido tomar café.
Com as mãos trêmulas, simplesmente pego o café e tento tomar um gole. Não está quente, então eu odeio mais. Mas então tomo três longos goles para ganhar coragem e olho para ele novamente.
— Agora saia daqui, digo a ele sem tremer. Mas seu rosto endurece, então acrescento apressadamente. Por favor.
— Mas... temos que conversar, ele diz novamente.
— Mas eu não quero conversar, estou perdendo a missa por sua causa. respondo.
Neste momento não estou mais tremendo, mas minhas pernas ainda estão fracas. Eu sei que se eu tentar me levantar, vou cair.
— Bom. Então podemos ir direto para a sua cama e nos divertir, ele sussurra as palavras sedutoramente, luxúria em seus olhos. E eu odeio os olhos dele por isso.
— Do que você está falando? —Pergunto surpreso.
— Olha, é por isso que precisamos conversar , ele responde.
Começo a lutar com lágrimas nos olhos, porque não tenho ideia do que fazer. Talvez meus olhos deem a ele a aparência do que estou pensando, porque ele começa a falar novamente.
Sua voz começa a me quebrar e causa arrepios na minha espinha. Eu só quero que ele saia da minha casa.
—Eu quero te f***r e você pode pedir qualquer quantia em dinheiro ou coisas. Tudo o que parecer bom para você estará com você imediatamente, diz ele.
Lágrimas começam a cair dos meus olhos. A maneira como ele diz isso me faz sentir uma prostituta inútil. Ninguém nunca falou assim comigo antes.
— Eu... eu soluço. Eu nunca vou concordar com... soluço novamente. Algo assim. Por favor vá. Estou te implorando, tento dizer enquanto controlo minhas lágrimas e soluços, mas estou falhando miseravelmente.
— Acho que você deveria saber que esta é a opção mais fácil que estou lhe dando. E tudo que eu quero é que você tenha algum lucro com esse negócio também, diz ele enquanto seus olhos percorrem meu corpo.
Demoro um pouco para processar o que ele está dizendo.
—De que outras opções você está falando? —Pergunto ansiosamente.
— Você tem uma família. Posso fazer algo muito r**m com eles. Ou posso simplesmente sequestrar você e puni-la até você desistir. Não se preocupe comigo. Posso decidir entre muitas opções, diz ele calmamente.
Começo a entrar em pânico novamente. Como você sabe sobre minha família? Como você sabia meu endereço? Como ele pode saber tanto sobre mim se só me conheceu anteontem? Mas sei que quero salvar minha família.
—Você sabe que não tenho nenhuma relação boa ou próxima com minha família. Então nem tente me chantagear com eles, deixo escapar, na tentativa de salvá-los.
— Ok, então acho que posso sequestrar você, diz ele com diversão no rosto.
—Mas isso é ilegal —Isso mesmo, ele deve ter medo da lei, eu acho—. E se você não for embora agora, vou apresentar queixa contra você, tento dizer com determinação. E por dentro eu rezo para que alguém venha até mim e me resgate.
— Você me conhece? -perguntar.
— Não, respondo com aborrecimento.
— Porque você não diria isso se me conhecesse. Dou-lhe 24 horas para dizer sim. Porquê... — Ele fez uma pausa para morder o pão. Eu sou um cavalheiro, acrescenta ele com uma voz muito profunda e assustadora que provoca arrepios na minha espinha. E com isso, ele se levanta do banquinho e está prestes a sair pela porta, mas para.
—Este olho mágico está aqui por um motivo. Tenha cuidado da próxima vez, diz ele, apontando para a porta.
Ele sai da minha casa e eu a fecho desesperada e tremula. Meu Deus, de onde surgiu esse homem? Ele e um maníaco por xoxota deve comer muitas mulheres assim? Mas eu não!
Eu sei que mesmo que tome cuidado ao abrir esta porta da próxima vez, não poderei me salvar. Se essa pessoa consegue conhecer meu endereço e minha vida em um único dia, ela não desistirá facilmente.
Preciso sair deste lugar, é o primeiro pensamento que me vem à cabeça.
Alex, sai do apartamento dela, mas não consegue controlar a raiva que está crescendo dentro dele. Como você ousa dizer não à minha oferta? Você já se olhou no espelho? Ela deveria estar feliz porque eu, Alex Aguiar, estou interessado nela. Estou com raiva porque não consigo entender por que ela estava chorando daquele jeito. Ela é uma rainha do drama. Ele estava sendo tão legal com ela, mas ainda assim chorava como se fosse uma menina mau.
Eu odiava a maneira como seus olhos tinham aquele sentimento de nojo por mim. Ninguém pode me olhar assim. Mas é melhor você aceitar minha oferta se não quiser se preocupar.
Alex! Ela é divorciada, deve ter muita experiência. Ele deve saber exatamente o que fazer e o que não fazer, digo a mim mesmo. Então, ainda espero que ela diga sim e isso não complique as coisas.
Entro no carro, ligo o motor e começo a pensar em maneiras de passar o domingo.