Seus métodos eram letais. E ela estava presa. Sua resposta a fez chorar. Ele era arrogante e não podia ser diferente. E ela estava ficando sem estradas. Nada funcionou. Então, ela segurou a cabeça entre as mãos e tentou relaxar os nervos. Mas ele percebeu que também estava ficando sem tempo quando disse. — Está bem? Ela se viu olhando para ele. Um sorriso travesso brincava em seus lábios que brilhava com o vinho que ele bebia. Ele era o d***o. A presença dele por si só era suficiente para deixá-la nervosa. E ela não conseguia imaginar ser machucada pelas mãos dele novamente. Mas não havia como. Só se alguém pudesse vir ajudá-la. E foi como se os céus respondessem aos seus apelos. A sala inteira ecoou o toque de seu celular. — Olá, disse ele, atendendo enquanto fazia um olhar irrita

