Harry saiu do carro e ajeitou a gola da própria camisa antes de subir os poucos degraus do prédio de Yara. Ele tocou o interfone, e quando ela abriu a porta do apartamento, ele congelou por um segundo. Ela estava linda. Linda de um jeito calmo, elegante, suave. O vestido creme caía leve no corpo dela, o cabelo moldado em ondas delicadas, e os olhos… os olhos mostravam um nervosismo doce que mexeu com ele de um jeito que ele não admitiria nem sob tortura. — Yara… — foi tudo o que conseguiu dizer no primeiro instante. — Você está… absolutamente perfeita. Ela ficou corada, dando um pequeno sorriso. — Obrigada. Ele ofereceu o braço com gentileza, e ela aceitou. Descendo juntos até o carro, Harry abriu a porta para ela. Quando entrou do outro lado e acomodou o cinto, respirou fundo e li

