Quando o último pedaço de picanha desapareceu dos pratos e a conversa já estava tão confortável quanto o calor da comida, Harry se recostou na cadeira, limpando a boca com o guardanapo. — Acho que não como tão bem assim há muito tempo — ele admitiu. Yara sorriu, satisfeita como quem acabara de cumprir uma missão nacional. — Eu disse que confiável era. Comida brasileira nunca falha. Ele a observou por um instante… e então, num gesto quase tímido, perguntou: — E quanto à sobremesa… você aceita? Yara arqueou uma sobrancelha, brincalhona. — Aceito, claro. Mas eu escolho. — Confio plenamente na sua experiência culinária — Harry brincou, entregando o cardápio a ela sem nem olhar. Yara folheou a lista com o entusiasmo de quem estava prestes a reencontrar um velho amigo. — Hm… — ela mur

