Eu estava matriculada em uma academia próximo à minha casa, ia e voltava a pé todos os dias. Uma tarde, voltando do treino, passou um cara numa moto esportiva, empinando a moto ao passar por mim. Achei graça. Mas como sempre, eu torcia pra que se estribuchasse no chão em uma queda épica. No dia seguinte a cena se repetiu. E no outro dia também. Quase todos os dias ele passava por mim, e sempre que passava, empinava a moto. Eu me divertia com aquilo: uma manobra arriscada, que parecia insinuar um belo pê**nis ereto. Melhor do que a tradicional buzinada, com certeza. Nossas rotinas coincidiam e dia após dia ele me homenageava, incansável. E eu desejando a queda, mesmo me divertindo com a situação. Após algumas semanas assim, aquilo já era corriqueiro e instigava minha imaginação. Naquela

