– Vai se ferrar, Marco! – digo irritada, batendo a porta ao entrar em casa. – Fala de novo, Gabriela – diz ele, entrando em casa. – O que tá acontecendo? – Vó Marta pergunta assustada costurando alguns retalhos na sala. – Vai. Se. Fuder – digo pausadamente, olhando para ele. – Eu vou meter a mão na sua cara – ameaça. – Mete, Marco! Vai! – digo dando dois passos na sua direção – Só assim você vai voltar a ver o sol nascer quadrado. É isso mesmo que você quer. – Gabriela – Ele repreende, semicerrando os olhos. Nunca imaginaria que a convivência com Marco fosse tão irritante. Ele era possessivo. Ciumento. Irritante. Imbecil. E pelo menos mais uma dúzia de adjetivos que conseguia pensar quando estava com raiva dele. Nossas brigas sempre eram constantes e na maioria das vezes, semp
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