CAPÍTULO TRINTA E SETE Riley ficou a olhar para a foto no ecrã do computador – uma fotografia de jornal de uma jovem mulher sorridente com um rosto delgado, um nariz aquilino e cabelo castanho encaracolado. Ela continuou a ler o nome na legenda vezes sem conta… Arlene Eggers … o nome da mulher de Mason Eggers que morrera há cinquenta anos. Riley não parava de murmurar para si própria… “Não acredito. Não acredito. Não acredito.” Mas não era verdade. Ela acreditava. Ela acreditava piamente. Simplesmente não queria acreditar. A Tia Cora acionara a pesquisa de Riley com as palavras que proferira sobre Eggers. “Ouvi dizer que conheceu um simpático viúvo.” É claro que fora uma pista. Então Riley tinha ido verificar como é que o polícia dos caminhos-de-ferro ficara viúvo. E descobrir

