Capítulo XVI

1631 Words

Analú entrou em seu quarto batendo a porta atrás de si, se sentindo rejeitada e com muito medo por seu futuro. — i****a! Marcus será que você não enxerga? Não vê o que está estampado em meus olhos? d***a de homem burro! — murmurou frustrada. Ela até tentou impedir as lágrimas de cair, mas não foi capaz de mantê-las afastadas por muito tempo. Naquele momento ela teve consciência de sua solidão e do seu desespero. Seu coração estava aflito, mais do que o normal, e Consuelo a assustara ao admitir ter a mesma intuição. Analú dormiu, mas seu sono foi conturbado, ela viu imagens desconexas de sua mãe, em seu sonho, elas estavam no balanço de pneu que sua mãe fez para ela quando era pequena. Analú era elevada ao ar, empurrada pela sua mãe. — Estou tão feliz que você voltou mamãe! Vamos ficar

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