Por Gabriela: Miserável filho de uma mãe! Não vou ofender a mãe dele, ela não tem culpa do filho maldito que tem. Me chama pra p***a da casa dele e tava foi comendo outra. Ah me poupe! Eu tô com o que mesmo? Ciúmes daquele animal? É só o que me faltava agora. Nem se deu ao trabalho de tirar a porcaria da camisinha usada do chão. Por isso que a Laura falou aquilo na hora que passou por mim. Foda-se! f**a-se todos! Fico no começo da rua esperando Sarah vim me buscar. Não tô com tanto medo, ainda tá um pouco claro. E nessa rua a iluminação é muito boa, com quase nenhuma lâmpada queimada. Avisto Sarah vindo e quando tá quase perto, ela me grita. –Vem logo rapariga!—Me grita. Reviro os olhos e vou até ela. –Vai dormir lá em casa hoje é?—aponta pra minha mochila. –Eu ia ir pra casa da

