Capítulo 2

1718 Words
Luana Beth estava sentada no sofá velho que achamos jogado em uma esquina a poucos quarteirões daqui, ele está velho, mas bem conservado e Também deixou minha irmã e cunhado bem irritados. - O que está passando? - pergunto, jogando a mochila em cima do balcão. - Lista n***a, você demorou. - Teve uma reunião depois do expediente. - abro a geladeira e pego uma maçã. - Esse velho está passando dos limites. Isso é abuso de poder. - fala indignada. - A reunião foi para apresentar o novo dono do La Italy - Explico, a garota deu um pulo do sofá. - Como assim? - ela volta a sentar. - É isso, o restaurante foi vendido. - Quem é o novo dono? - Logan Wayne. - pronunciar o nome dele é uma delícia. - Hum. - Já ouviu falar? - Coincidentemente sim, também é o novo dono do Tropicália. - Hum, ele quer dominar a cidade. - Brinco. - Tenho que te contar uma coisa. - Beth ficou tensa. - O que você aprontou? --Me excedi na reunião e acabei falando o que não devia, falei m*l de Carlos e agora o Sr. Wayne quer falar comigo . - Vai ser demitida ... De novo? Lu não acredito, você prometeu que ia tentar. - Vi a decepção surgir em seu rosto. - Não conseguir me controlar, o homem estava fazendo mil elogios ao verme do Carlos e automaticamente saiu. - Tento me justificar. - Você ... - Ela se levanta furiosa. - Quer saber ? Vou dormir, pego cedo no trabalho amanhã, alguém tem que manter essa casa... - irritada, vai para o seu minúsculo quarto. Cheguei quinze minutos mais cedo que o habitual, Beth não trocou uma palavra comigo desde a hora que acordou. Não tenho medo de ser demitida e nem ligo pra isso, o que foi feito, foi feito . Agora é só enfrentar as consequências. - Senhorita Luana? - o homem bonito estava no refeitório. - Bom dia? - Bom dia, o Wayne está na sala dele, pode ser dirigir diretamente pra lá por favor. - Obedeci, bati na porta. - Pode entrar. - '' que voz'' penso. - Com licença. - peço ao abrir a porta. - Estava te esperando Luana, sente-se por favor. - ele aponta para a cadeira, fui direto para a cadeira ao entrar na sala. - Bom dia? - ele deseja sério. - Bom dia. - Retribuo sem demonstrar qualquer tipo de emoção. Ele fica olhando pra mim de um jeito questionador, como se tentasse lê minha mente ou algo do tipo. - Vai ficar me olhando ou vai dizer o que quer? - pergunto meio sem paciência. Ele sorriu, por que ele está sorrindo? - Você é hilária. - fala de repente. - O quê? - O questiono sem entender o comentário e******o que ele acabou de fazer. - Quando elogiava Carlos vi a reação de indignação de todos os funcionários, mas só você teve a coragem de falar. - Oh, meu santo das gordinhas safadas, que sorriso com covinha é esse, fico toda encharcada. - Porque não tenho medo daquele porco velho. - falo depois de me recompor, graças aos céus eu não sou homem pois se fosse já estaria com um volume enorme na frente da calça. - Porco velho? - pergunta sem entender meu xingamento explícito. - É assim que as garotas e eu chamamos ele. - explico. - Porquê? - pergunta como se não fosse óbvio o motivo. - Ele usa o "poder" - faço aspas na palavra poder - Que tem pra fazer as garotas transarem com ele. - minha resposta sai com um toque de sarcasmo. - Ele já fez isso com você? - pergunta como se fosse impossível um homem querer alguma coisa comigo. - Tentou - respondo me controlando para não falar besteira. - No entanto, dei um chega pra lá nele e desde então o porco tornou meu trabalho difícil. - concluo. - Só isso ou têm mais ? - mas que saco, se eu soubesse que isso ia ser um interrogatório nem teria me dado ao trabalho de aparecer aqui. - Ele usa qualquer desculpa pra descontar do nosso salário, humilha os funcionários o tempo todo. Não paga hora extra e sempre dá um jeito de tirar nossa folga, se ficamos doente ele desconta, mesmo com atestado. - praticamente cuspo a resposta. - Por que ele não te demitiu? - pergunta com certa curiosidade. - Tenho meus meios - respondo com um sorriso sarcástico e pude notar que isso atiçou a curiosidade dele. - Já ouvir o bastante, pode ir. - ordena olhando para as pastas de documentos que estão na sua mesa, meus dedos coçam para colocar tudo em ordem, a mesa está uma zona. - Não vai me demitir? - pergunto e me arrependo logo de cara por não ter ficado calada. - Por enquanto, não. - responde sem olhar pra mim. - Com licença. - peço e saio bem rápido da sala. Ao tomar meu posto percebo que a lava louças estar funcionando, é o paraíso. *** Logan Nicolas entrou no escritório logo depois que a copeira saiu. - Como foi com a gordelicia? - pergunta gaiato. - O que descobriu sobre Carlos? - pergunto ignorando a piada do i****a. - Ele é um tarado masoquista, acostumado a roubar o antigo dono do restaurante, por isso o Italy não tinha o retorno que esperava . - meu melhor amigo e homem de confiança responde. - O que a gorda falou é verdade, ele é um porco velho. - deduzo ao lembrar da reunião agora a pouco com a copeira esquentada. - O que vai fazer, demiti-lo? - meu amigo pergunta. - Temos outra opção? - Nick sabe que não tenho alternativa, não posso manter um funcionário de péssima índole no meu restaurante. - Não tem opção melhor. - meu amigo concorda e se joga na cadeira a minha frente. - A sua funcionária é uma gorda gostosa. - Ela não faz o meu tipo. - respondo voltando a atenção para a planilha dos funcionários, vou precisar fazer cortes devido as dívidas que adquirir quando comprei o lugar e preciso com urgência de uma secretária. - Nem o meu, porém aqueles lábios. Hum... Faz a gente pensar em coisas. - fala com cara de safado. - Você é um tarado, não deixa passar uma. - comento separando os papéis. - Eu sei, acho que vou b*******a, imaginando aquela boca me chupando gostoso. - ele fala de maneira cafajeste. - Sai daqui, vou atrás do Carlos, eu mesmo quero dar a notícia a ele. - falo deixando meu amigo sozinho com suas sandices. *** Luana Ainda estou namorando a lava louças quando escuto a voz do porco velho. - O que faz aqui? - pergunta cheio de arrogância, como se fosse o dono do lugar. - Trabalhando, é óbvio - respondo no mesmo tom de arrogância. - É muita audácia sua aparecer aqui depois da palhaçada de ontem. - fala como se fosse o dono do lugar. - Ontem, falei apenas a verdade. - respondo fazendo pouco caso dele. Ele se aproxima de mim. - Que verdade, acha mesmo que o Sr. Wayne acreditaria em uma gorda estúpida como você? Vá pegar suas coisas e tira esse traseiro enorme do meu restaurante. - o porco velho ordena e eu só faço rir da cara dele. - Desde quando esse restaurante é seu? - O Sr. Wayne estava atrás de Carlos, meu santo das gordas safadas, esse homem de novo não. - Senhor, eu só estava colocando essa insubordinada no lugar. - Carlos responde abaixando a crista. - E quem você pensa que é pra fazer isso? O chefe aqui sou eu. - Wayne fala cheio de prepotência, seguro uma risada pois o meu ainda está na reta. - Eu sei senhor eu... - Não mandei você me interromper, e nem demitir ninguém, pegue suas coisas e vá para minha sala, estar demitido. - chocada, o novo chefe molhador de calcinhas acabou de demitir o ser mais asqueroso do mundo, me amarrota que estou passada. Carlos ficou paralisado com a maior cara de tacho do mundo. Me controlo para não rir, o velho se deu m*l. Ele saiu logo atrás do Sr. Wayne. Todos começamos a rir e a comemorar assim que ambos saíram de cena. Carl, Samira e Maria me deram um abraço em conjunto. - Você conseguiu se livrar do porco velho. - Eu não, o senhor Wayne se livrou dele. - deixo bem claro que eu não tenho nada haver com isso e voltamos ao trabalho. Depois do expediente a turma foi para um barzinho comemorar a demissão de Carlos. Adoro sair no meio da semana para tomar um porre com a galera é um dos poucos momentos que me sinto livre pra fazer o que quiser, Carl me entrega um cigarro de maconha logo que entramos no bar, nossa. O fato de ser gorda não me impede em nada de ser safada, ainda mas, ser tem um cara n***o e muito gato que não tira os olhos de mim. Deixo a galera de lado e vou até o garanhão. - Oi - dou uma tragada no cigarro. - Me chamo Mary - minto meu nome. - Sou Jean. - a voz rouca dele me deixa excitada, já deu pra notar que adoro homens com voz máscula. - Vamos dançar? - ele pergunta ao pé do meu ouvido. - Não, quero fazer uma coisa melhor. - falo cheia de safadeza - Vamos. - o puxo pelo braço o levando até ao banheiro. - O que está planejando? - pergunta surpreso, quando o jogo para dentro da cabine para deficientes. Não respondo, apenas arrebato aquela boca enorme com um beijo, jogando-o contra aquela parede imunda. - Nossa. - ele sussurra com certeza surpresa. - Cala a boca - mando, odeio que as presas falem comigo. - Apenas curta o momento. - peço abaixando-me na direção de sua cintura, tirando o cinto de sua calça, abrindo a braguilha logo em seguida. Meus olhos brilham de alegria ao vê o tamanho do c****e dele, o abocanho ferozmente... Cheguei por volta das três da madrugada. Caindo de bêbada, fedendo à álcool, maconha, p***a e derrubando as coisas.
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