Quando chegamos na faculdade, retiramos nossas malas do ônibus, e levamos até o meu carro que estava no estacionamento. Ele havia ficado lá naquelas duas semanas. Alguns pais esperavam seus filhos para pegá-los, outros iam de carona, assim como Aline. — Como anda esse coraçãozinho aí? — Perguntou Aline, apontando para o meu coração. — Está bastante confuso, pode acreditar. — Respondi, forçando um sorriso. — Tem mais de um cara na história? — Perguntou, arregalando os olhos. — Não é isso, só que o Henrique me deixa com um pé atrás agora. — Falei baixo, ainda dirigindo. — Todo homem é assim amigo, mas as coisas vão dar certo você vai ver.— Falou, com um grande sorriso no rosto. Deixei ela na frente da sua casa, e ajudei a tirar suas malas do carro, e depois segui para o meu apartamento

