Chegamos ao hospital uns quinze minutos depois, eles trouxeram uma cadeira de rodas, para que eu pudesse me locomover. Em seguida, me levaram para um quarto que seria meu, onde teria de esperar o momento certo. Eduardo segurava minha mão com força, enquanto a pequena Alice estava com a mãe dele no lado de fora. Quando a dor começou a aliviar, Edu foi ligar para os meus pais como eu havia pedido. Estava calma, mas sentindo as contrações. Uma enfermeira fez alguns exames como de costume em mim, e me deu um remédio para passar um pouco da dor que eu estava sentindo, mas parece que não estava fazendo efeito. — Como você está se sentindo? — Perguntou ela, enquanto ouvia meu coração. — É como se estivessem perfurando minha barriga com uma faca. — Respondi, tentando ser mais calma o possível.

