Com o rosto entre minhas mãos, minha alma se partiu ao vê-lo assim, mas ainda estava chateada pelo que ele fez. - Odeio te amar tanto, de verdade - digo. Seus olhos se concentraram nos meus, cheios de amor e esperança. - Mas você me ama - sorriu. - Desça, alguém pode entrar e nos ver nessa posição. - Não importa, estou apenas seguindo os desejos do seu pai e quanto mais rápido melhor. - Fernando... - Tudo bem, mas prometa que irá me ouvir. - Este não é o lugar. - Então farei amor com você uma e outra vez até que o faça, não me importa se este não é o lugar. - Está bem, mas me solte. Ele me soltou, ajeitamos nossas roupas, não ficaram perfeitas, mas ninguém saberia o que fizemos há um momento, isso basta. Ajudei-o a arrumar seu cabelo c

