Um cheiro de lar

1104 Words
     Depois que saímos da cidade destruída, nos banhamos em um rio, comemos algumas frutas, os garotos calados pela vergonha e eu, bem quem não estaria?, entretanto despertamos de nossos devaneios quando o Endrew cai com a mão na barriga. assustada vou ate ele:      - O que foi? esta tudo bem?      - O machucado. esta ardendo.      Quando vimos o que os mercenários fizeram com ele achamos que fosse apenas um ralado, por que aparentava ser, mas agora, agora que ele estava ficando pálido eu começava a duvidar dessa teoria.      - Swall, temos que fazer alguma coisa.      - Acha que eu não sei.  fazer o que? não sabemos o que é isso, já que esse tipo de machucado normal não causa essa reação.      - Qualquer coisa temos que ajuda-lo. - dizendo isso eu pego o frasco de pomada da minha mochila, que ainda restava um pouco e passo, me ocorre a ideia boba que talvez a agua possa ajuda-lo, vou ate o rio e pego um pouco dela. quando volto, Swall esta segurando um pouco de gelo na cabeça dele para baixar  a febre.      - tenho uma ideia - Swall disse .     - quão perigoso?        - Não é perigoso bia, mas vai ser muito desconfortável,        - não vamos deixar ele morrer, o que você tem em mente?        - ,vamos ate a casa dele.  A mãe dele se especializou em doenças de todos os tipos, se tem alguém que pode ajudar é ela .        Fizemos uma espécie de maca improvisada para  o Endrew, tentamos ao máximo deixa-lo confortável, saindo do vale verde novamente entramos na terra árida, e odiei a areia nesse momento, por que percebi que nossa tarefa de leva-lo para casa havia se complicado um bom tanto.       Caminhamos... caminhamos mais... e mais....  por incrível que pareça não estava reclamando, só tinha uma coisa em mente: manter  Endrew vivo e acho que Swall estava com o mesmo objetivo pois tirávamos força do cosmo para continuar, mas continuávamos, vejo aos poucos se aproximando, vagarosamente uma pequena casa com uma espécie de campo de treinamento de exercito. quando estávamos na entrada o segurança me olhou mortamente, mas autorizou nossa passagem, quando entramos na casa uma senhora veio correndo se ajoelhou ao lado dele, com os olhos embaçados de lagrimas, ela levantou, duas pessoas o levaram para dentro, ela me olha, me encara e diz com dor na voz:      - o que você fez com ele.       -  eu não..       - O QUE VOCE FEZ COM ELE?       - não foi ela Andreia, eu sei o que você esta pensando, mas elas não são parecidas eu garanto a você.       - Essa garota ela não pode ficar aqui, não vou deixar que a filha da assassina dão meu marido fique na minha casa. Pelo que Swall me disse você ajudou a proteger meu filho, então descanse um pouco, peque comida e remédio, quando eu voltar de examina-lo não quero mais te ver.       Abaixo a cabeça, a defesa da minha mãe ficou entalada em minha garganta, pois para aquela mulher não havia justificativa que fosse aceita, ela havia perdido o marido.          - sim senhora, com licença e me desculpa.. por bem tudo...         viro as costas, queria sair da casa naquele momento, o problema é que eu estava muito cansada, Swall pega no meu braço e me leva para um quarto, fecha a porta e sai  depois de dizer ara mim descansar.           eu me encolho e sem n em mesmo perceber pego no sono. quando acordo o sol já esta se pondo, pego as minhas coisas e vou sair, quando estou quase no portão ouço Swall gritar;         - ei garota espera. - recuperando o folego ele continua -  precisamos de ajuda.         - como assim?         - vem, a Andreia explica           Sigo ele para dentro, quando entro no quarto somente a mãe de Endrew e nos estávamos lá, eu abaixo a cabeça e a comprimento - senhora.         - Não confio em você, mas Swall me contou oque aconteceu a ligação, bem tudo, tudo o que ele sabe pelo menos - se olhar parece adentar a minha mente - sei que não vai m***r meu filho, você  vai precisar queimar uma espécie de ** que esta em seu sangue.       - Como?        - A ferida foi mediana para rasa, mas o infectaram com ** corrosivo, em sua corrente sanguínea ele vai abrir buracos nas veias, você com o seu poder pode destruir isso.        - desculpa senhora, eu não tenho controle suficiente, achei que soubesse.        - você não consegue ter controle, nem é porque não pode, meu filho lapidou você, sabe como fazer mas para cura-lo você tem que se concentrar em algo que te altere e  ao mesmo tempo permita controle, não sobre ter medo e fazer o controle, é sobre se entregar por completo e senti-lo.       - o fogo me consumiu por dias,        - eu sei, mas você não se entregou.       Ela vem ate mim, pega a minha mão e a coloca sobre o coração de Endrew e sussurra para mim - não há nada que uma mãe não faça por seu filho, salve-o, por favor - depois se afasta.        Eu me concentro, o sinto cada vez mais forte, a ligação entre nos se ativa, meu poder parece vacilar e o dele gargalhar fraco, me concentro em seu sangue meu poder corre por todas as suas veias, mas quando vou ativa-lo eu tremo, eu êxito, ele que parecia estar inconsciente, move a mão como se respondesse a mim, ele me puxa para perto de seu rosto, tenho que usar toda a minha força para  controlar o meu poder em suas veias, ele sussurra em meu ouvido:       - eu amo você e por isso confio em ti cegamente.         meu corpo vacila e sinto uma determinação formando em minha mente junto uma sensação desconhecida em minha mente aparecem imagens das quais não estou pronta para falar, por um momento eu sinto tudo a minha volta e sinto ele completamente eu ativo  o poder, os o ** se desintegra, eu alivio o poder, me viro, recebo um obrigado da mãe de Endrew com lagrimas nos olhos, essa corre para a cama do filho, o acariciando, o protegendo.       viro as costas, pego minhas coisas e novamente sou parada:       -  onde você vai?       - embora.        - depois do que aconteceu acho que não se importariam se voce ficasse.        - não posso ficar, não vou coloca-lo em risco de novo, não vou estragar isso também - quando vou sair Swall me segue e diz:      - promessa e promessa, eu vou junto - ambos saímos a área pertencente aquela família, ambos deixando algo para traz, ele a família, eu uma parte do meu coração. 
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