Do amor ao ódio

1142 Words
    *  Bia narrando *    Eu fui ate o corpo de Swall com lagrimas nos olhos e meu peito doendo, não era possível, ele estava morto, meus pais o mataram, sem motivo, sem razão, ele me ajudou e foi assim que foi pago. Levanto  e pergunto tentando me controlar, eles estavam sendo controlados, minha mente criou um processo de auto enganação, só me dei conta dos monstros após uma conversa com eles  que começou com eu esmurrando e gritando como uma criança:      - por vocês fizeram isso? ele me ajudou, salvou minha vida, e vocês o mataram, era meu amigo.      - seu amigo? você se auto proclamaria amiga de um clã inimigo, de um apoiador da casa da agua?      - clã, casas, poderes, vocês nem mesmo me contaram, eles me ajudaram, Lara morreu quando viemos procurar vocês, eu poderia ter morrido - nesse momento me viro abaixo-me a arrumo o corpo do Swall, fecho seus olhos, e momentaneamente quase como se ele me mandasse uma mensagem escuto sua voz em uma frase dita por ele quando fomos resgatar o Endrew, `` passar pelos soldados é a parte fácil o difícil é encarar seus superiores - aliais vocês nem estavam acorrentados, onde ficaram, duvido que um chefe que comande as sombras morra tão facilmente com o fogo.       - tem razão minha filha, os lideres não são destruídos facilmente.        Aprimorei meus sentidos lançando uma onda de poder para ver se localizava alguma marcação mais quente que simbolizasse a presença de vida, não encontrei nada, mas continuei procurando já que a alternativa que vinha se formando em minha mente estava me assustando. Ate que desisti:      - Não há ninguém aqui, exceto nós, vocês, vocês não seriam capazes.      - surpresa.       - mas as sombras elas caçam os descendentes, vocês são descendentes, elas são mortos que não passaram para o julgamento não humanos, então como?       - as sombras originais sim, mas essas não, essas são humanos imundos feitos para  nos servir.      Minha mãe percebe minha cara de confusão e explica:      - minha avo foi morta por uma sombra, furioso meu avo que era um mago da escuridão conjurou uma magia forte o bastante para prender as sombras originais em uma espécie de limbo, assim como todos aqueles que deveriam se tornar uma depois da morte.      - mas a maldição, ele a quebrou?       - não, as sombras foram consequência da maldição e não a maldição em si, o que apesar de difícil tornava possível tal ação, entretanto se as sombras sumissem o alvoroço começaria, então meu avo pegou seu sangue, como canalizador da escuridão e da frieza, e com a chama de seu filho com a mulher que foi morta, meu pai seu avo, ele transformou os humanos de dentro para fora, tornando-os perfeitos soldados controláveis,  dando origem assim ao novo, renovado e melhorado batalhões das sombras.      - esperai vocês fingiram seus próprios sequestros, por que?       - para seus poderes despertarem mais fortes.        - tudo isso por poder!!!!! Lara morreu eu poderia ter morrido.       - mas você não morreu, minha princesa.        - A Lara morreu !!!!!!!!!!!!!!!!!!!! você disse que as sombras eram frias e calculistas, então como elas se viam como humanas, se a transformarão tão bem assim, quando olhassem para a ilusão não teriam que se ver servindo seus chefes incondicionalmente.        - quando meu avo fez a maldição houve duas falhas, a primeira o fogo tira mas também da vida ele é quem e estava transformando algo em frieza pura, não havia como, ele deixaria uma chama de calor queimando neles, mas essa pequena falha poderia ser corrigida se fosse uma pessoa com raiva pura a conjurar o feitiço, mas foi uma criança e toda a criança é inocente,  o que trouxe essa fraqueza as minhas sombras. mas agora meu amor vamos para casa.       voando eu estava voando, melhor meus pais estavam voando e me levando com eles, se eu soubesse que dava para voar antes, teria sido muito mais fácil, mas depois que me dei conta disso lembrei de algo - Swall - eles deixaram seu corpo lá para apodrecer, como se fosse um nada, me nocautearam, quando me interpus, malditos, malditos e malditos, além de tudo deixam seu corpo a relento, silenciosamente faço uma oração para qualquer ser supremo guiar alguém que encontre seu corpo e o honre.  Endrew ele me odiaria, seu amigo, irmão havia deixado sua casa para traz com o objetivo de me ajudar e morreu por minha causa, Ele se odiaria por ter me ajudado, seria uma vaca traidora, seria o que Swall achava que eu era, uma v***a sem coração, o que se visualizar os fatos é exatamente o que eu venho sendo nos últimos meses, pessoas morrendo por mim, se sacrificando por mim, isso doía, mas o sentimento que se fixava em meu peito ao pensar na imagem que Endrew faria de mim estava me assustando, um sentimento irreconhecível e doloroso, algo inexplicável, sem que eu ao menos perceba, uma lagrima solitária escore de meu rosto, a chama em meu coração vacila lamentando a perda de alguém que estava vivo.       Nesse momento sinto minha pele arder, eu estava me queimando, na verdade me pai estava me queimando, acho que ele percebe pois ambos pousam perto de uma vila. Minha mãe diz:     - deve ser a floresta da intensidade, o efeito fica maior conforme nos aproximamos.      - O que?      - é uma floresta oposta aquela que você treinou, em vez de absorver os poderes ela os aumenta. - nos dirigimos para o centro da pequena vila onde se encontrava uma feira com muitas pessoas.      Somente mais tarde eu me perguntaria como ela sabia disso se eu não havia contado nem para ela, nem para meu pai. Mas naquele momento se os poderes de ambos amantassem muito seria problema.        - Aumenta quanto mãe?       Minha mãe se dirige ao centro da feira fecha os olhos e os abre novamente sem esforço nenhum as casas começam a pegar fogo, depois as barracas, as pessoas gritando enquanto eram possuídas por chamas ou viam um dos seus se acabar em cinzar, eu gritei, implorei para ela parar sem resultado, ela parecia não ouvir e meu pai, bom ele parecia apaixonado olhando para aquela cena, como se resendense uma velha chama, quando minha mãe para com o m******e ela me olha com um largo, para mim nojento, mas percebo o primeiro sorriso verdadeiro dela, como se aquilo a excitasse.       - Um tanto assim minha filha, agora vamos.        Eu iria contesta-la mas seu olhar de advertência me explicou tudo, ela viu minha passagem com o Endrew, se eu fugisse o que ela fez aqui e agora ela faria com outros, com eles, com ele, por esse motivo a segui, sabendo que meu maior desejo virou o pior pesadelo, pois não estava indo para casa com a minha família amorosa, estava indo indo para a prisão de ditadores assassinos.         
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