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418 Words
Natali amaral 〰 Meus pulmões estavam ardendo, o ar já não chegava com a mesma frequência, minhas pernas estavam doendo demais. Mesmo assim, continuo correndo. Minhas lágrimas começam a querer sair, curvando minha visão. Tropeço em uma pedra e acabo rolando ladeira baixo. -- Natali, Eu vou encontra você!-- escuto a voz daquele homem. Me levanto com dificuldade, me sinto tonta, mas volto a correr. -- VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR FUGIR PRA SEMPRE!-- ele grita. Me escondo atrás de uma pedra enorme. Eu me sento nela e seguro para não chorar. -- sabe onde está o amor da sua vida?nesse momento, logo seu corpo entrará em decomposição!-- fala ele. Não aguento e começo a chorar. -- ninguém mandou se apaixonar por um criminoso. VOCÊ PODIA TER ESCOLHIDO A MIM, EU IRIA TE PROTEGER DE TUDO!-- grita ele. -- MAIS QUEM IRIA ME PROTRGER DE VOCÊ MESMO?-- pergunto gritando também. Vejo ele se aproxima e saio correndo da pedra, me encostando em uma árvore. -- não precisaria ter medo de mim. Tudo que eu queria era te dar amor e carinho!-- fala ele. -- amor e carinho? Você é um louco,um possessivo. Tudo que iria fazer, era me maltrata!-- falo. Ele fica em silêncio, já não escuto mais os passos dele. Me viro devagar para procura-lo. -- talvez eu seja!-- fala ele. Sinto ser puxada pelo cabelo. Levo um soco no rosto. -- essa foi a sua escolha!-- fala e me da mais um soco. Escuto o disparo de um tiro. -- ALI CORRE!-- escuto a voz dele. Era ele. Ele estava vivo. Me levanto e corro, mesmo tonta. Não conseguia ter noção de para onde estava indo. Sinto meu corpo cair, mais mãos segurando as minhas. Percebo que estou pendurada em um penhasco. -- ali, minha flor. Se segura, não solta!-- fala ele. Não conseguia ver seu rosto, por causa do escuro da noite. Sorrio quando percebo que posso enxergar seus olhos azuis escuros brilharem. -- eu te amo!-- falo com dificuldade . -- não fala como se fosse uma despedida. Você tem que me ajuda, preciso te puxar!-- fala ele. Olho para baixo, avia um Rio lá, águas correntes. Olho para o amor da minha vida. -- não se esqueça de mim!-- falo. Faço ele soltar minha mão. -- NATALI. NÃO!-- ele grita. Meu corpo voava, o vento vai forte contra ele. Sinto meu corpo se colidir com a água corrente, acerto minha cabeça em algum lugar. Aos poucos vou perdendo a consciência. . . . .
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