Me joguei no sofá da extensa sala, divagando meu tempo entre encarar o teto e analisar Christopher. Os olhos vidrados no computador sem dúvidas estavam resolvendo algo interessante, mas isso só valia para ele. A pergunta sobre facas me pegou de surpresa, ele não parecia ser do tipo que analisa pessoas, mesmo para um advogado, mas quando me perguntou sobre as armas de fogo e as facas, eu fiquei impressionada. Talvez por que a minha mira fosse uma coisa maravilhosa, e ele ter me visto com uma faquinha de manhã. – Tenho um cliente preso querendo me ver. – Ele anunciou me fazendo virar o rosto bem devagar como se quisesse matá-lo, por que diabos ele não me disse isso antes? – A notícia veio da cadeia agora, não tinha como ter te avisado antes, desculpe. Suspirei. Não, ele não ia. – Você não

