Era terrível admitir isso para Christopher. Primeiro porque eu estava quase falando "eu gosto de você" o que tecnicamente era verdade. Tinha que admitir para ele, e para mim mesma que desde quando transamos eu não conseguia ficar bem e calma ao seu lado. – Diga de novo. – Ele pediu se aproximando e acariciando meu rosto. Eu queria me afastar, dizer que aquilo já estava passando dos limites, porque eu não queria derrubar a muralha que era meu orgulho, para dizer aquilo de novo a ele. – Chris eu... – Diga, Sophie. – Fechei meus olhos com força sentindo seu rosto se aproximar do meu. Seria uma cena romântica, a luz da televisão que passava um filme tema da nossa vida, e agora só faltava a música. Eu queria poder explicar quando ou como foi que eu me vi naquela situação. Eu comecei a obse

