Uma semana depois da partida de Marília passou, a gente se falava todos os dias, eu desconfiei que estava acontecendo alguma coisa com ela, suas respostas eram limitadas, resumiam-se a sim, ham ram, ou não. Algumas vezes um cara falava em remédios, em comer, você precisa se alimentar Liri, desconfiei que era o namorado dela, já tinha uma semana, e eu não aguentava mais, ligava via video ela recusava, com certeza tava no trabalho, não queria atrapalhar sua vida. Fui na casa de seus pais, falei com a mãe sem dizer realmente o que estava acontecendo, e depois de meia hora, ela me olhou perguntando se eu sabia o que estava acontecendo com Marília. Levei a mão a cabeça, era sábado de manhã já, eu já estava doido, tanta coisa pra fazer no morro, minha cabeça só tava nela. Foi direto pra o aerop

