Cheguei à área urbana e parei o jipe em frente à loja, onde, com sorte, talvez encontrasse tudo de que precisava para me virar. Onde nenhum comércio era grande o suficiente nem bem estocado o suficiente, e se você quisesse comprar várias coisas de departamentos diferentes, geralmente tinha que atravessar metade da cidade procurando. Tentei não transformar aquilo num grande problema; afinal, por quanto tempo eu ia ter aqueles seres estranhos na minha casa? Não fazia ideia. Enfiei a carteira no bolso do casaco, pensando no limite do cartão de crédito, mas no final não desci do veículo. Não. Simplesmente fiquei ali por alguns minutos. Uma exaustão terrível e um peso desconhecido percorreram meus braços e pernas. Eu me sentia fraca, sonolenta. Um pouco tonta também. Não tinha comido nada só

