Ele saíra para lutar; era o que toda a atitude dele expressava. — Pai! — Guinchou ele assim que chegamos ao segundo andar. Eu ouvia Sasha chorando, e por um momento fiquei apavorada — Han! O que está acontecendo? — Andre, volta para o quarto! Sua irmã está chorando... fica com ela e protege-a! — Ordenou o pai, e o pequeno ficou muito rígido sem dizer uma palavra, talvez também intimidado pela ferocidade estampada no tom daquela voz — Fecha a porta direito, e não sai! Fica aí! O menino ergueu o focinho no ar, farejando algum cheiro. — Está cheirando a sangue! A Han está machucada!? — Exclamou ele, e tentou vir na nossa direção. Alexander rosnou de novo do fundo do peito e deu outra ordem seca, dessa vez em russo. Fosse o que fosse, Andre assentiu muito rápido e voltou imediatamente par

