Demorei um momento a perceber o que ele queria, mas inclinei-me para o painel e, com um movimento simples, desativei as fechaduras automáticas. Ele não perdeu um segundo — abriu a porta com rudeza e enfiou o focinho lá dentro, frenético. — Estão bem!? — Perguntou desesperado. A voz soava como um latido áspero, trovão distante. Ou talvez, quando falava, os rosnados lutassem para escapar da garganta junto com as palavras — Graças a Deus! Alguém está machucado!? Abanei a cabeça e virei-me ligeiramente para ele. Sasha chorava menos agora, acalmada pela voz do pai, e o Andre conseguiu passar por mim e cair nos braços do lobo branco. Alexander recebeu-o num abraço apertado cheio de alívio e recuou, caindo de joelhos na neve enquanto segurava o menino o mais perto possível. Acho que isso dizia

