Ele me olhou com certa impaciência, queixo erguido. Deu uma olhada de um segundo para o Hattai, talvez procurando apoio. Mas Ishida, mesmo que não o estivesse ignorando completamente, certamente não queria se envolver, porque nem sequer olhou para ele em resposta. — A ferida cirúrgica está bem — Retrucou ele — Eu não teria conseguido lutar de outra forma. — Que bom — Ironizei, e bati de leve no encosto da cadeira, imperativo, e com pouca vontade de discutir isso também — Senta. Vamos, me faz a vontade. Ele não gostou nada de eu terminar com uma das jogadas dele. Obviamente não gostou. Mas era mais diplomático ser magnânimo e não contrariar o dono da casa, não é? Então ele sentou onde eu disse; embora imediatamente esticasse um braço sobre a mesa para que Sasha pudesse agarrar sua mão.

