O tom dele era irônico. Alexander me olhou por um momento, calmo. Bagunçou um pouco o cabelo de Andre e, por fim, virou-se de novo para o companheiro e respondeu de um jeito que me deixou de boca aberta e, ao mesmo tempo, orgulhosa: — Eu confiei meus filhos a ela enquanto estava inconsciente. Acho que isso diz tudo. — Entendo. Sete anos, você disse que seu filho tem? E ele já se transforma? — Sim, Rex. Foi isso que eu disse. É tão difícil de acreditar? Eu me transformei aos dez... você sabe disso. O agente Aguilera sorriu ironicamente e balançou a cabeça. — Bem, você era um fenômeno. Mas essa criança é um prodígio, realmente. Que coisa. Andre apenas ergueu o queixo em um gesto arrogante que conquistou toda a minha admiração; ele sabia como enfrentar o outro lobisomem e ser um pequeno

