O xerife se acomodou em um dos sofás individuais da minha sala de estar, e não ajudou em nada o fato de a esposa dele se sentar em qualquer lugar que não fosse no colo dele, onde ele podia mantê-la mais perto. — Vocês não prefeririam… sei lá, se transformar? — Eu perguntei enquanto servia café para ele e chá para Kaylee. Nós voltamos ao tratamento formal com uma naturalidade surpreendente depois do momento violento… — O quê? Trocar de pele, você quer dizer? — Ele provocou, puxando aqueles lábios e bigodes brancos para trás para mostrar os dentes com zombaria. Ele parecia muito à vontade mesmo estando tecnicamente “no covil do leão” — Não, Sra. Grant, não é necessário. É bom esticar as garras um pouco. Você não se importa, certo? Era uma desculpa, claro. Eu percebi isso na forma como el

