Quer dizer, eu podia cochilar um pouco na cadeira da escrivaninha. Mas de alguma forma não parecia certo. Meu braço ferido começava a doer, então fui ao quarto de hóspedes pegar o frasco de analgésicos e tomei um comprimido. Quando saí, fiquei parada por um momento no topo da escada, pensando se realmente valia a pena voltar para a sala de estar para passar a noite com um estranho que não parecia muito inclinado a conversar. Aquela cadeira no meu quarto começava a parecer cada vez melhor. Voltei ao meu quarto, e quando abri a porta, encontrei a lâmpada de cabeceira acesa — e não só isso: Alexander estava acordado, sentado com as costas apoiadas na cabeceira. Estava tomando alguns comprimidos quando apareci. Tentei ignorar o fato de que ele ainda tinha o torso nu; não era certo ficar foca

