Espreitei pela porta mesmo a tempo de ver a mulher loira, Nika, dar um tapa violento em Alexander. A reação violenta dela assustou-me tanto que recuei imediatamente e encostei-me à parede da escada para me esconder. O meu coração batia com força. O que estava a acontecer ali? Instintivamente, as minhas mãos protegeram o bebê que eu segurava e fiquei muito quieta — mas era muito provável que já tivessem visto ou ouvido a minha chegada. Eu não conseguia enganar os sentidos hipersensíveis deles… conseguia? Aparentemente, sim. — Sabes por que foi isso — Disse a voz da mulher, fria e firme — Agora eu te peço perdão. Alexander demorou a responder, mas acabou por fazê-lo, muito paciente: — Não seja tola. Não preciso de te perdoar por nada. Eu mereço. — Você não deve ir embora. Não devia no

