Eu levantei o olhar, inclinada e relaxada contra o peito dele, e com uma expressão cética perguntei: — Você só trouxe isso? Sério? — O resto da caixa está na minha mala. — Graças a Deus — Eu suspirei, com uma risadinha — Porque eu fiquei tentada a comprar, mas isso não é como escolher uma camisa, se você me entende... O sorriso astuto que Alexander me devolveu me fez saber que a piada havia sido bem recebida. Ele se inclinou novamente para me dar outro beijo, enquanto eu lutava para pegar a bolsa de viagem e o casaco das mãos dele, mas ele resistia teimosamente, rindo. Minha ansiedade devia diverti-lo muito. Ele começou a cheirar meu pescoço, e eu ri mais alto; o nariz dele fazia cócegas, mas de repente ele soltou as malas (por um instante eu temi que o computador tivesse quebrado) e

