Com cuidado, protegi a cabeça de Sasha com a mão do braço ferido e encostei-me à borda do painel enquanto os observava. Não entendia como ele conseguia agir com tanta frieza sobre algo tão delicado. Mas depois percebi que não era frieza — era força. Ele tinha de se manter firme o tempo todo, afinal. Era para isso que servia um “alfa”. Os outros esperavam que ele fosse o mais forte, que os guiasse sempre. De novo, senti muita pena de Alexander. — Quer que eu faça alguma coisa com o corpo? — Perguntou o agente depois. — Seria bom cremá-la, mas a fumaça podia chamar a atenção e não há necessidade de envolver a polícia. Não. Só… tenta enterrá-la de novo da melhor forma que conseguires, para que ninguém a encontre até conseguirmos acabar com isto — Respondeu Alexander devagar, como se estiv

