Eu decidi colocar a garra de Álvaro de volta no meu bolso. Era um símbolo da minha vitória sobre ele, de qualquer forma. Mas algo ainda me deixava bastante inquieta, então eu me sentei por um momento para pensar, em frente à minha escrivaninha. Alguém estava escondendo algo de mim. E se a minha vida dependesse disso? Eu não conseguia ficar sem saber. Que o mundo me perdoasse por agir pelas costas dele, sabendo que, por enquanto, a minha confiança repousava em Alexander, mas eu não podia continuar ignorando tudo o que eu não sabia. Eu tirei o cartão de memória do celular e o coloquei no leitor do laptop. Enquanto Andre ia escovar os dentes no banheiro para voltar e dormir comigo (ou seja, em menos de cinco minutos), eu carreguei a gravação em um e-mail junto com a seguinte mensagem: “Eric

