Então, sem “cavaleiro branco” para mim. A questão é que, desde muito nova, aprendi a ser o meu próprio cavaleiro branco. Ser solitária sempre fez parte de mim, e durante muito tempo tive de me desenrascar sozinha na vida social e escolar porque não tinha irmãos. Depois, quando conheci o Paul, nunca mais nos separamos. Mas antes do meu marido, eu era uma mulher diferente, uma pessoa diferente que tinha sido um bocado rebelde na juventude. O medo normalmente nunca me intimidava (suponho que foi por isso que escolhi ser jornalista em primeiro lugar), mas a vida segura ao lado do Paul e o fato de o TER para tudo, com a proteção incondicional dele e a companhia agradável, acalmou-me imenso. Admito que com ele a minha forma de ser mudou muito. A vida punha-nos novos desafios todos os dias que v

