Aquela faca enorme, ou talvez uma arma. Qualquer coisa teria servido para mim. Eu afastei Sasha um pouco do meu abraço e procurei os olhinhos dela. Ela me olhou com um biquinho, a testa franzida de um jeito tão adorável que eu não consegui evitar sorrir. A criança era esperta. Talvez ela tivesse adivinhado os meus pensamentos. Eu beijei a testa dela e as bochechas dela. — Desculpe, princesinha. Eu tenho que ir, mas quero que você fique com a Kaylee, ela também é mãe e não vai te machucar — Eu sussurrei, e a menininha fez um som baixinho, como se estivesse tentando falar — Não, não. Não, meu amor, não tem nada de errado. Eu vou voltar. Eu prometo que vou voltar, com o seu irmão. E com o seu pai. À medida que as palavras saíam da minha boca, eu me convencia cada vez mais de que era a cois

