— DOENTE! QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ DIZENDO!? — Eu uivei, ainda me debatendo. Embora Alexander m*l tivesse feito um movimento, a pantera se tensionou e aquilo foi o único aviso de que ele precisava para não fazer mais nada. Eu tentei me virar, desejando ver o rosto impassível daquele louco que não me deixava me mexer, mas foi inútil. — Eu sei, não se preocupe. Eu sei que não sou normal — Ele admitiu — Nenhum de nós é normal, nós não jogamos de acordo com o livro. Mas o que uma mulher simples como você sabe sobre isso? — Filho da p**a, POR QUÊ!? POR QUE AS CRIANÇAS!? ELAS SÃO SÓ CRIANÇAS! — Eu gritei, e não conseguia ver nada por que as lágrimas embaçavam a minha visão, o pânico me deixava tonta, a raiva me corroía. Eu teria esvaziado um pente inteiro na testa dele até que não restasse nada a

