Porque ele era puro poder. Se Alexander já me parecia imponente e forte, invencível, aquele monstro de pelo claro era ainda mais impressionante. Não havia dúvida do porquê ele tinha tanta certeza de que poderia enfrentar qualquer adversário. Alto, bem musculoso e fibroso, ele irradiava autoridade e inspirava terror, e eu só estava vendo as costas dele, com a cabeça escondida em uma juba espessa e lanosa de tom esbranquiçado suave, talvez marfim ou bege, muito macia. Os ombros dele eram tão largos quanto eu havia suposto da primeira vez que o vi no escritório, na forma humana; e ele não parecia ter um único ferimento no corpo, pelo menos não nas costas. Ele circulava Alexander devagar, balançando-se com elegância, e parou na frente dele com os braços cruzados sobre o peito largo. Ele era o

