Capítulo XXI Loren Casterra Abri meus olhos preguiçosamente, a cabeça ainda enterrada no travesseiro macio, com um suave cheiro de alecrim. Tenho certeza de que havia dormido por muito tempo pois já era a terceira vez que abria os olhos e voltava adormecer, mas desta vez seria diferente, forcei meu corpo preguiçoso para o lado, deixando as costas repousarem no colchão firme e confortável. A cama tinha um dossel que lembrava robustas raízes, porem moldadas em ouro, formando um teto sobre a cama como uma roseira silvestre. O teto do quarto era branco... a claridade extravagante... Onde eu estava afinal? Sentei na cama tomada de espanto ao me deparar com um quarto magnifico, diferente de qualquer coisa que meus olhos já tivessem visto. O gigantesco aposento possuía um formato arredondado,

