Naquele dia, enquanto seguia para a casa de Heitor em um ônibus, Júlia pensava em como seria difícil seguir sozinha, sem o apoio financeiro de Heitor e sem a presença de sua irmã, mas ia ser forte, ia dar um jeito, nem que para isso tivesse que arrumar dois empregos. Ao chegar a casa de Heitor, Júlia caminhou até a porta de entrada, ao passar pela mesma, avistou Heitor e Lúcio, seu advogado, que logo se levantou para cumprimentá-la. — Júlia, como está? — ele questionou sorridente, havia conhecido Júlia a uns dias atrás, quando Heitor passou para ele sobre o caso da agressão. — olá Lúcio, estou bem. — disse ela se aproximando, então se cumprimentaram com um beijo na bochecha, enquanto ele delicadamente tocava o braço dela. — que bom, foi uma situação difícil, mas sei que ficará bem, tem

