Ao saírem do iml, Heitor mais uma vez reparou no quão abalada ela estava, a cabeça baixa demonstrando a vergonha, as lágrimas pingando, o andar curvado e lento, ela se aproximou do carro e escorou no mesmo, sua visão meio turva, desde o dia anterior m*l havia comido e seu corpo começava a lhe cobrar isso. — está bem Júlia? — ele questionou, ela estava meio pálida e claramente sem ânimo. — me sinto um pouco zonza, mas estou bem. — mentiu ela, estava sem forças e poderia desmaiar a qualquer instante, mas não se sentia no direito de o incomodar com algo mais. — Ju...está tão pálida, mas também, m*l tem comido. — disse ele de forma compreensiva, em seguida se aproximou de Júlia e ali mesmo onde estava a abraçou, a deixando contra a lataria do carro, ela suspirou, o calor do corpo dele sobre

