Ao chegar em casa, Heitor estacionou o carro, rapidamente saiu do mesmo, deu a volta e abriu a porta para ela, ela ainda muito quieta, saiu, e juntos eles seguiram para o interior da casa, ele a todo tempo tentando a acalentar e animar, mas não tinha sucesso, ela seguia calada e introspectiva. — vem, vamos até a cozinha, não vi você comer nada depois do almoço e também não jantou, deve estar com fome. — ele a segurou pela mão e antes que ela pudesse relutar, saiu a guiando. — e então, o que quer, um sanduíche, um suco, bolo? — Não Heitor, estou sem fome. — mas Júlia... — só uma água...por favor. — disse ela, sua voz distante e tomada de tristeza. — tudo bem. — ele pegou um copo no armário, logo o preencheu com água e entregou a ela que tomou apenas dois goles, enquanto estava sob os o

