Grego Ela veio o caminho inteiro sem dizer nem uma palavra, entrou em casa e foi direto pra o quarto. A Maria Clara não sabia disfarçar a tristeza e eu conhecia bem a mulher que eu tenho em casa. Olhei pra o moleque sentado no meu sofá e suspirei. Grego: Fica suave aí, a casa é tua também. Já já a gente vai sair pra comer e pa. – Ele concordou. Entrei no quarto e vi ela sentada na cama mexendo no celular. A encarada séria já me dizia tudo. Grego: E aí dona? Posso começar? Clara: Deve! Me sentei ao lado dela me encostando na cabeceira da cama. Eu não sabia como começar, mas de uma forma ou de outra ela precisaria entender. Grego: O Bryan é meu filho, descobri por acaso ontem, mas só consegui fazer as paradas pra tirar ele de onde estava hoje. Clara: Quantos anos ele tem?

