Diego - AK. Estava deitado com ela em meu peito, mil coisas passando pela minha cabeça e a principal era o que eu faria agora. Ela estava correndo mais riscos do que imaginava agora e o mínimo que eu posso fazer é ser sincero com ela. Meu coração estava batendo forte, e eu subconscientemente sabia o que aconteceria quando a contasse. O sentimento por ela era estranho demais para diagnosticar e parar. AK: Eu tenho que te contar uma coisa. – Respirei fundo sem olhar pra ela e a senti me encarar, talvez com medo de vir mais coisas ruins depois dessa frase. Gabriela: O que você está com medo de me dizer? É perceptível o seu nervosismo. AK: Eu matei a mãe da Maria, um tempo depois que ela nasceu. – Suspirei. Era impossível tocar nesse assunto sem lembrar de tudo que aconteceu naquela épo

