Derramei o óleo sem dó, sentindo o líquido escorrer por entre as nádegas dela, brilhando sob a luz fraca. O cheiro do lubrificante se misturou com o mormaço do nosso suor, criando um clima pesado, do jeito que eu gosto. A Catarina tava trêmula, o peito batendo forte contra o colchão, mas eu não ia recuar. Comecei a massagear a entrada dela com o polegar, sentindo a pressão daquele músculo que nunca tinha sido invadido. Ela deu um solavanco, as mãos cravando no lençol. — Relaxa pra mim, morena... deixa o teu dono entrar — sussurrei, a voz saindo como um trovão baixo. Enfiei o primeiro dedo de uma vez, sentindo a resistência absurda daquela carne apertada. A Catarina soltou um grito agudo, enterrando o rosto no travesseiro, o corpo todo retesado sob o meu peso. — p**a que pariu, Catarina

