🕊️ CATARINA — O DESPERTAR DA MULHER QUE HABITA A SANTA Bruna não apenas estalou os dedos; ela disparou um comando que ecoou pelas paredes do quarto como um tiro de advertência. — Levanta. Agora. Sem hesitar, sem olhar pro chão. Levanta como se esse chão fosse teu! Eu levantei. Meus músculos protestaram, enrijecidos por anos de uma postura de negação, mas eu levantei. Bruna começou a orbitar ao meu redor, lenta, cirúrgica, como um predador avaliando as falhas na armadura da presa. Cada passo dela fazia meu coração errar a batida. — Tá vendo isso aqui? — Ela bateu com a palma da mão no meu ombro, me forçando a abrir o peito. — Ombro encolhido. Coluna curvada. Esse pé juntinho, um protegendo o outro... Tu sabe o que isso diz ao mundo, Catarina? Diz: "Por favor, não me batam. Por favor, nã

