Erika veio logo atrás de mim, andamos até o meu carro. Entramos no carro, ela me falou o seu endereço e seguimos até lá. Meia hora depois parei em frente a casa dela. — Obrigada pela carona. — De nada. Erika tirou o cinto, depois colocou a sua mão na minha coxa, e se aproximou de mim. — O que você está fazendo? — falei parando ela. — Sei que você me quer. — Você está louca! — Tudo bem gatinho, tudo que rolar aqui vai ficar entre nós dois. — Sai do meu carro! — falei sério. — Um homem como você, não merece ficar preso aquela inválida, você merece uma mulher de verdade, uma mulher inteira. — olhei para ela incrédulo, que cobra! Fingindo ser amiguinha da Estela, mas na verdade é uma verdadeira naja. — A Estela, não é nenhuma inválida, ela é uma mulher inteira, a Estela me completa,

