Saí da empresa, peguei a minha moto e fui para o edifício, onde o Douglas morava. Na portaria o porteiro liberou a minha entrada, fui até o elevador e apertei o botão. — O elevador está com problema senhora. — ouvi uma voz grossa, olhei na direção e avistei um homem alto forte, ele estava com algumas ferramentas de jardinagem nas mãos. — Sério? — perguntei desanimada, pois o Douglas morava no vigésimo andar. — Sim. — falou tranquilo. — Obrigada. — De nada, senhora. — disse saindo. — Ei? Quantos anos você acha que eu tenho? — falei fazendo ele voltar um pouco, e me encarar. — Como assim senhora? — perguntou confuso. — É que você me chamou de senhora, e confesso que isso mexeu com o meu alto estima. — Poxa! Me desculpa, só não faça nenhuma reclamação, por favor? Eu preciso desse em

