Abrir os olhos é a última coisa que eu quero fazer. A noite foi longa e eu sei que fui irresponsável. Tenho trabalhado para fazer, mas dormi pouco tempo antes de amanhecer. Por isso estou morrendo de cansaço. Abro os olhos a contragosto e tiro o braço de Omar de cima de mim. Sento na cama o olho dormir. É charmoso até dormindo. — Omar — o chamo balançando o seu ombro. — Não está no seu quarto. Precisa ir embora. — Eu já vou — murmura e passa os braços pela minha cintura. — Está mentindo. — Suspiro. Estou tentada a deixá-lo dormir mais, só que já amanheceu. É perigoso ele continuar aqui. — Se não se levantar vou perder a paciência e te jogar da cama. Ele boceja e abre os olhos por um breve segundo. Dá um sorriso que me faz suspirar. — Não teria coragem. — Omar deita a sua cabeça no me

