Lunara Tokatli Acordar dói. Não uma dor aguda, mas aquela sensação incômoda de corpo pesado, como se eu tivesse passado a noite inteira afundada em areia. Minha boca está seca, a língua parece colada ao céu da boca, e os meus olhos demoram a abrir, como se o próprio cérebro resistisse a voltar à realidade. Quando consigo abrir os olhos, tudo parece… confuso. A luz que entra pela janela é fraca, ainda pálida, denunciando que o dia mäl começou. O quarto está silencioso demais. Minha cabeça pulsa de leve, mas nada comparado ao dia anterior. Eu respiro fundo, tentando entender onde estou até sentir um braço ao meu redor. Um braço que não é meu. O susto vem como um choque elétrico. Meu corpo reage antes do pensamento, e eu me sento de uma vez com o coração disparando no peitö. O moviment

